
As empresas juniores, constituídas por estudantes universitários, têm um importante papel no processo educativo, ao conciliar experiências práticas com elementos conceituais de várias áreas do conhecimento. No encontro promovido pela UNESP, do qual participaram 49 EJs do Estado de São Paulo, ficou clara a potencialidade da grande rede em termos de articulação de conhecimento e convergência para a obtenção de soluções. Uma sugestão para para adensar ainda mais essa arquitetura seria a utilização de uma ferramenta digital como o Ning e o desenvolvimento de aplicações relacionadas com Gestão do Conhecimento. Algo no sentido de ruptura dos modelos tradicionais.
É possível? Mãos a obra? O que você pensa a respeito?
Abraços!
