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Nos vemos lá :)

sábado, 3 de julho de 2010

Conexões Empreendedoras no prelo

Amigos, o livro Conexões Empreendedoras está no prelo e estou muito contente com a realização desse antigo sonho.
Procurei desenvolver um texto em linguagem simples, para compartilhar as experiências e aprendizados que tive no mundo do empreendedorismo e das redes sociais. Como não podia deixar de ser, acredito muito no poder das redes, inclusive para recomendar o livro para outros amigos.
Espero que seja útil em seu desenvolvimento profissional e pessoal.
Um abraço e em breve contarei mais novidades.
Renato :)

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Como construir o futuro das empresas?

Boa pergunta essa e acho que a resposta não é muito complicada. Em primeiro lugar o futuro se constrói com o presente. Com a humildade de desejar o novo, de saber que será diferente, de um frio na barriga perante a incerteza. Esta aí o desafio. Construir o futuro significa apostar num posicionamento da empresa que seja coerente com o seu cliente, ao mesmo tempo que respeite as necessidades do seu ambiente. Quais os valores deverão ser mantidos? Quais deverão mudar? Qual a imagem que se deseja? Quais os riscos?
São também ótimas perguntas que não têm uma resposta cem por cento exata. Mas isso não importa. O que importa é a concepção de onde se quer estar. E também a habilidade para moldar a energia existente na direção almejada.
É isso?
Abraços!

sábado, 15 de maio de 2010

Conhecimento?

O debate hoje foi sobre conceito e prática de Gestão do Conhecimento Organizacional e Profissional. Um conceito que embasou os argumentos foi o que define conhecimento como "aquilo que torna alguém apto a agir em circunstâncias específicas. Assim, habilitar a ação e o fazer é o que torna o conhecimento tão admirado e valioso não só para as empresas, como também, para todas as pessoas". Essa é a proposta do Prof Saulo Figueiredo registrada em sua obra "Gestão do Conhecimento", publicado pela Qualitymark.
Entretanto, existem outras compreensões sobre o significado do termo e gostaria de ampliar esse leque conhecendo a sua. Afinal o que é conhecimento para você?

domingo, 2 de maio de 2010

Educação e inovação

O design futurista das instalações do Liceu Albert Sabin foi o palco de uma super apresentação da Orquestra Sinfônica de RP, que proporcionou aos jovens alunos uma conexão lúdica entre a tradição e delicadeza do clássico com a suavidade e o bom gosto da música popular brasileira, interpretada por eles mesmos.
O resultado é educação na mais pura de suas formas, modelando futuros cidadãos, misturando tradição e inovação.
Professora, simplesmente genial! APLAS, parabéns pela brilhante iniciativa! Mantenham o ritmo!

sábado, 24 de abril de 2010

Investir ou não em inovação

A inovação é cada vez mais apontada como um driver de competitividade organizacional e ontem tivemos um interessante debate sobre inovação e investimentos. Várias perguntas surgiram: Quando vale a pena investir em inovação? Como mensurar os riscos? Quais métodos podem ajudar a tomada de decisões? Como identificar o potencial de mercado em relação a uma proposta inovadora?
Se você conhece respostas para essas questões, por favor envie sua contribuição nos comentários desse post. Vamos aprender juntos?
Estou curioso...
Abraços!

quarta-feira, 7 de abril de 2010

O GEM 2009 - Desenvolvimento pela via do empreendedorismo

Ontem foi lançado em São Paulo a pesquisa GEM 2009 (Global Entrepreneurship Monitor). É a décima vez que o Brasil participa, o que permite a visualização de séries históricas relativas a diversas variáveis, como motivação para empreender, participação dos gêneros, idade dos empreendedores, orientação à inovação, dentre outras.
Nesse ano, o Brasil apresenta uma TEA (Taxa de Empreendedores Iniciais), de 15,35%, o que significa que, de cada cem brasileiros com idade entre 18 e 64 anos, quinze estão a frente de uma atividade empreendedora. São dez milhões de pessoas.
O relatório 2009 apresenta uma novidade na metodologia, que é o agrupamento dos países em três categorias: factor driven - países com baixo nível de desenvolvimento econômico (ex: Argélia Guatemala, Jamaica), efficiency driven - países com setor industrial mais desenvolvido e existência de instituições de apoio à industrialização e produtividade por meio de economias de escala (ex: Brasil, Chile, China) e innovation driven, países com economia amadurecida e baseada na inovação (ex: Dinamarca, Finlândia, Japão, Estados Unidos). Com relação ao Brasil, sem dúvida nenhuma fica demonstrada a importância do investimento em inovação e conhecimento para seu desenvolvimento.
Pesquisadores e interessados no assunto não podem deixar de ler essa nova edição, que está disponível em seu resumo executivo e na íntegra. Aproveite!

terça-feira, 23 de março de 2010

Capital social e a confiança

Nas conversas sobre redes sociais sempre surge o conceito de capital social. Acho que esse é um ativo importântíssimo nas relações comerciais, até mais que o capital financeiro. É é fácil saber se você possui (o verbo é esse mesmo?) capital social. Basta saber com quais pessoas você poderá contar de verdade caso necessite. Se tiver muita gente nessa categoria, você é um milionário social. Se tiver pouca, um remediado e pode melhorar de condição.
Capital social tem relação com diversidade de conexões em nichos sociais, empatia e geração de confiança e reciprocidade.
E tudo começa numa atitude de doação, de interesse genuíno em contribuir com o próximo. Fazer isso ao longo da vida é ter acesso a uma infinidade de possibilidades, e quem sabe, de amizades.
E você, o que você acha disso?

sábado, 20 de março de 2010

Estamos trancafiados nas nossas redes sociais?

A ideias contemporâneas dos mundos pequenos, laços fortes, buracos estruturais e hubs, muito bem caracterizados pela metáfora da teia (web, nets), permitem considerar que tem muita gente preso nas próprias redes sociais. Isso por que a rotina do dia-a-dia proporciona a ambiência ideal para a construção de áreas de conforto, onde ocorrem contatos frequentes com as mesmas pessoas por anos. Como fazer então para libertar-se desses mundos pequenos e construir pontes para outras possibilidades? Estou estudando o assunto e gostaria de conhecer sua opinião. Valeu!

sábado, 13 de março de 2010

2010: o ano do otimismo realístico

Os especialistas estão bastante unânimes ao considerar a retomada da economia brasileira nesse ano. Apesar da queda do PIB em 0,2% em 2009, os indicadores atuais demonstram uma rápida aceleração positiva da economia. Antes assim, otimismo é muito bom e tudo o mais. Mas devemos nos lembrar que em economia tudo é relativo e que, se crescer é importante, que seja de forma robusta, sustentável. Porque se for como uma bolha, frágil e sem densidade, não adianta nada. É filme antigo.
Pensando sobre esses aspectos, acredito que seja o momento dos empreendedores exercitarem sua característica de otimistas com grande senso de realidade. É o momento de estudar mercados profundamente, avaliar riscos, aproximar-se ainda mais dos clientes e investir com muita consciência.
Afinal, 2011 vem aí. É ou não é?

quarta-feira, 3 de março de 2010

Redes sociais virtuais são horizontais?

Nesse último domingo estava conversando sobre as redes sociais virtuais, suas virtudes e fragilidades. O argumento que me foi colocado é que, embora as as redes virtuais sejam grandes difusoras de informação a baixo custo, não proporcionam o aprofundamento do conhecimento, atuando numa faixa superficial, com grande diversidade e volatilidade.
Se fossemos fazer uma metáfora, poderíamos dizer que, em termos de aprendizagem, as redes virtuais seriam horizontais.
Embora não concorde plenamente com o argumento, acredito que esse seja um aspecto a ser pensado pelas pessoas que navegam horas pelas redes. Acho que é preciso equilibrar a quantidade de informação recebida, com a qualidade daquilo que realmente interessa. E dedicar tempo ao aprendizado profundo, na vertical...
Se isso não ocorrer, o futuro poderá ser formado por generalistas, sem conhecimento da causa.
Será que estou sendo radical?

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Sobre os realizadores

É super entusiasmante vivenciar as realizações de pessoas que tiveram a coragem de sonhar, desafiar convenções, estabelecer metas e bancar o jogo, mesmo correndo o risco de frustrações. Tudo em nome de um propósito. São essas realizações que dão sentido à vida, que a tornam incrivelmente apaixonante e que inspiram outras pessoas a continuar. São elas que explicam a existência dos heróis.
A receita do realizador? Acho que não existe, mas posso citar alguns temperos: clareza, disciplina, consciência das virtudes e fraquezas, sensibilidade e inteligência.Quando eles se misturam, as coisas acontecem. Os realizadores sabem disso.

Parabéns G.C., principalmente por ir em busca daquilo que acredita! Sucesso!

domingo, 10 de janeiro de 2010

Desafios da liderança

Estou recebendo diversas informações e emails sobre liderança, tema pelo qual sou bastante interessado. Tenho percebido que minha própria compreensão e argumentação sobre seu significado vem se transformando ao longo do tempo (ainda bem) :).
Atualmente estou associando duas palavras muito simples ao líder: resultados e paixão. Resultado é o que se apresenta, ou se entrega (como diz o mestre e amigo Marcelo D.) ao final do projeto, e deve ser de excelência. Paixão é por conta das pessoas que participaram do projeto, e se tornaram apaixonadas em decorrência da influência do líder.
Simples assim. Quer fazer melhorias nesses aspectos? Parta das duas palavras e vá desdobrando-as de acordo com as características da atividade que realiza. A cada desdobramento pergunte-se "por quê"? e desdobre de novo. Ao final você terá um mapa muito claro de ações que estão esperando para ser realizadas. Depende só de você :)
Abraços!

sábado, 2 de janeiro de 2010

Buscando resultados diferentes?

Nesses últimos dias de 2009 achei muito legal receber perguntas de pessoas interessadas em produzir mudanças em suas vidas. Então fiquei pensando, quando alguém quer mudar, em sua essência está interessado em obter resultados diferentes. Mas quais resultados seriam esses? Poderiam ser perder peso, ganhar mais dinheiro, viver uma aventura, conhecer novas culturas, participar de novos nichos de mercado, aprender determinado assunto, conduzir uma empresa para um novo patamar...
O que importa realmente é ter o propósito intrínseco, a crença, de que vale a pena atingir aquele determinado resultado.
Aí começa o mais difícil, gerar uma realidade diferente, convergente com o novo resultado. É preciso disciplina, perseverança, força de vontade, sacrifícios e auto-motivação para sustentar o projeto, qualquer que seja ele. Muita gente desiste nessa parte. Mas é plenamente possível continuar até o final. Se você tem convicção dos resultados que pretende atingir em 2010, não perca tempo. Desdobre-o em um plano de ações (e inovações) e mãos a obra. Com certeza algo muito bom virá por aí.
E lembre-se sempre, resultados diferentes somente acontecem quando agimos diferente. Felicidades em 2010! :)

domingo, 20 de dezembro de 2009

Inovação e as equipes multidisciplinares

Inovação e criatividade são fundamentais para o diferencial competitivo. Algumas técnicas podem ser rapidamente colocadas em prática, como por exemplo, times multidisciplinares focados em uma solução. Ontem a brilhante equipe GEN2009 realizou uma interessante atividade desse tipo, com a inspiração do Projeto Mars Exploration Rover
Brainstormings, liderança, confiança e colaboração foram muito importantes para vencer a pressão do tempo. O resultado, quatro frases de impacto muito bem argumentadas:
- "Ideias e ideais: pequenos detalhes, grandes diferenças";
- "Realizações a partir dos detalhes";
- "Nós somos do tamanho das nossas atitudes";
- "NASA: construindo seu futuro".
Valeu pessoal! Grande abraço!

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Atitudes gerenciais e a inovação


Tenho recebido interessantes perguntas sobre atitudes gerenciais, especialmente em relação a dilemas relacionados aos estilos de gestão participativa e autocrática. Meu ponto de vista é simples: gestores contemporâneos devem ser hábeis em construir ambientes motivadores e de colaboração. A inovação e a competitividade vêm daí. Entretanto, é também papel do gerente garantir a convergência da atuação de sua equipe em relação à estratégia empresarial. Senão a atuação fica descolada da realidade. Nesse caso muitas vezes é necessário ser autocrático e decidir o caminho, assumindo a responsabilidade e os riscos da decisão. Isso é mais intenso ainda em empresas do conhecimento, nas quais mentes brilhantes apresentam bons argumentos conflitantes.
Por outro lado, as equipes também devem ser formadas por colaboradores com maturidade suficiente para compreender os papéis e as tomadas de decisão da empresa, exercitando a auto-motivação e contribuindo para a coesão e formação de um time realmente vencedor. Ou até escolhendo outros rumos para a carreira profissional.
Não é fácil, por isso é desafiador...

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Lições para inovação

Outro dia tive a oportunidade de mediar um debate com grandes empresas, que compartilharam suas experiências para a criação de ambientes de inovação. Dentre outras, Embraer, Petrobrás Revap, Johnson & Johnson e GM transmitiram as seguintes boas práticas:
- Invista permanentemente em educação e capacitação;
- Pratique a diversidade, a multidisciplinaridade na elaboração de ideias e projetos;
- Incentive o intercâmbio "cross-job" de colaboradores. A empresa é uma verdadeira escola;
- Mantenha sempre o foco no cliente. Quem está na ponta sabe o que é necessário;
- Reconheça os propositores de inovações;
- Incentive o "pensar fora da caixa";
- Deixe claro os objetivos da empresa na busca por inovações.

São algumas propostas que podem ser colocadas em prática independentemente do tamanho da empresa. Que tal?

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Negócios do futuro

Ontem no SENAC tive a satisfação de conhecer diversos projetos de futuros negócios elaborados pelas brilhantes equipes participantes. Chamou-me a atenção o fato de que várias delas desenvolveram argumentos relacionados à responsabilidade social e sustentabilidade em suas propostas.Isso é muito legal e sinaliza a consciência dos futuros empresários, comprometidos desde já na concepção de negócios que produzam riquezas sem comprometer o recursos naturais (e humanos do planeta). Pensando a respeito, surgiram algumas perguntas: como será a continuidade dos projetos em termos de transformarem-se em empresas de verdade? Quais as principais barreiras a serem vencidas? Existe suficiente energia empreendedora para transformar as propostas em realidade? Se você é um jovem empreendedor pode ajudar a esclarecer essas perguntas. É só comentar...
Obrigado e parabéns!

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